domingo, 1 de janeiro de 2012

25/05/11.

E de repente, tu tem tudo que quer. Mas não é aquilo que realmente quer, é aquilo que acha que precisa. É confuso, eu sei. O mau humor é uma droga, a nostalgia também. E drogas, hora ou outra, matam. Sem ter o que dizer, apenas me escuto gritando silenciosamente. Sinceramente? Tenho medo de ser a única que consegue me ouvir. Eu canto e escrevo, mas ninguém parece entender aquilo que por vezes até preferia que não entendessem. Eu preciso do vento, do vácuo desses lugares que costumo ir, do silêncio de uma madrugada fria, de céu nublado, e de filmes bons. Preciso, preciso mesmo, e quem não?

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